


A arquitetura é que decide que página compete por que pesquisa. Antes de escrever uma única palavra, é preciso saber que categorias existem, o que cada uma responde e como se ligam entre si.
Que categorias existem, o que cada uma responde e como se ligam. É aqui que se resolve a canibalização, antes de se escrever conteúdo.
Descrições próprias em vez das do fornecedor, dados estruturados de produto, preço e disponibilidade, e avaliações que aparecem nos resultados.
Regras claras sobre o que é rastreável e indexável. Sem isso, o Google gasta o orçamento de rastreio em combinações que nunca vão vender.
Apagar perde a autoridade acumulada e cria um 404. Deixar sem stock frustra quem chega. A decisão depende de o produto voltar, ser substituído ou desaparecer.
Uma grelha de produtos sem texto raramente compete com quem explica o que está ali, para quem serve e como escolher.
Alguns filtros correspondem a pesquisas reais e merecem página própria. A maioria não. Separar uns dos outros é meio caminho para uma loja saudável.
A ficha de produto e o carrinho são as que mais pesam e as que menos podem falhar. Custa vendas diretamente, não apenas posições.
WooCommerce com mais frequência, mas os princípios são os mesmos em Shopify, PrestaShop ou Magento. O que muda é como se implementa, não o que é preciso fazer.
Raramente. Faz-se pelos produtos que têm procura e margem, e por categorias inteiras quando os produtos são muito semelhantes entre si.
Não substitui, reduz a dependência. A maioria das lojas beneficia dos dois, com pesos que mudam ao longo do ano.
As correções técnicas e de arquitetura notam-se em semanas nas páginas já indexadas. Categorias novas e conteúdo levam três a seis meses.

Envie o endereço da loja e recebe uma primeira leitura da arquitetura e do estado técnico.
Portimão, Algarve, Portugal